O problema que ele resolve
Registrar alimentação costuma virar contagem de calorias e cobrança. Aqui o registro é de observação: o que houve, a que horas, e como você estava — antes e depois.
Diário alimentar
O que você comeu é metade da história. Aqui você anota a outra — fome, pressa, ansiedade, alívio — até o que era impressão virar padrão que dá para enxergar, guardar e levar para quem cuida de você.
Gratuito para usar · Em português · Seus registros são seus
Sobre o produto
Quem tenta lembrar na hora da consulta o que comeu há doze dias conta a versão que a memória deixou — e a memória guarda o que chamou atenção, não o que se repete. O que se repete é justamente o que interessa.
Registrar alimentação costuma virar contagem de calorias e cobrança. Aqui o registro é de observação: o que houve, a que horas, e como você estava — antes e depois.
Para quem quer entender a própria relação com a comida, e para quem faz acompanhamento e precisa chegar à consulta com o que realmente aconteceu — não com o que deu para lembrar.
Registros de trinta segundos que, somados, mostram horários, repetições e sentimentos mais frequentes — e viram um documento organizado para levar à consulta.
A abordagem
A TCC parte de uma ideia simples: pensamentos, emoções e comportamentos se alimentam entre si. Não é o acontecimento que determina o que fazemos, é a leitura que fazemos dele — e essa leitura, quando fica visível, pode ser examinada.
“Perdi o dia inteiro, então já era.”
Culpa, ansiedade, cansaço.
Comer no automático, pular a próxima refeição.
↺ E o ciclo recomeça — a menos que algum ponto dele fique visível.
Cada registro pede as três pontas: o que aconteceu (a refeição), como você estava antes e como ficou depois, e o que estava acontecendo em volta — pressa, tela ligada, companhia. É automonitoramento, o exercício mais básico da TCC, feito no momento em que a memória ainda é fiel.
Não interpreta o que você escreveu, não sugere reestruturação de pensamento e não conduz terapia. Quem faz isso é um profissional — e o que o app entrega a ele é matéria-prima organizada, não uma conclusão pronta.
Recursos
Um diário que exige demais é abandonado na segunda semana. Cada recurso aqui existe porque encurta o registro ou porque devolve alguma coisa em troca dele.
Tipo da refeição, horário e o que você comeu — com quantidade e unidade de verdade (250 ml, 50 g, 2 fatias). Está pela metade? Salva como rascunho e termina depois.
Fome e sentimento antes, sentimento depois, e o que dividia sua atenção. Mais uma observação livre, com suas palavras — é ela que costuma explicar o resto.
Dia, semana ou mês. Cada tipo de refeição tem sua cor, e o mini calendário mostra numa olhada quais dias ficaram completos e quais ficaram pela metade.
Em que faixas de horário você come, quais sentimentos aparecem mais antes e depois, o que se repete. Números sobre o seu período, não sobre a média de ninguém.
Escolha o período, confira o que entra e gere um relatório organizado para imprimir ou salvar em PDF — com suas observações no meio dos registros, e não só os números.
Registre quando quiser. Cada medição vira uma linha nova no histórico com o IMC calculado sobre a altura daquele dia, e a evolução aparece num gráfico.
Comece com uma lista pronta e vá acrescentando o que você come de verdade, com emoji, categoria e porção padrão. Digitou um alimento novo? Ele entra no catálogo sozinho.
Escolha quais refeições quer registrar por dia. A tela inicial mostra o que falta hoje e há quantos dias seguidos você mantém o diário — sem punição por dia perdido.
E-mail e senha ou conta Google, tema claro ou escuro, e a opção de manter a sessão conectada — ou não, se o aparelho não é seu.
Quem faz
Um diário alimentar recebe o que a pessoa tem de mais delicado para contar. Estas são as regras que orientam cada decisão do produto — elas explicam tanto o que existe quanto o que foi deixado de fora de propósito.
Comece hoje
Criar conta leva menos de um minuto. Registre uma refeição, veja como é — e decida depois se vale continuar.